Noruega retira<br>do Iraque
O líder trabalhista, Jens Stoltenberg, que encabeçou a coligação vencedora nas legislativas realizadas, dia 12, na Noruega, informou o presidente norte-americano, George W. Bush, de que irá retirar o pequeno contingente militar em missão no Iraque.
Membro da NATO, a Noruega não apoiou a invasão americana em 2003, no entanto, mais tarde decidiu enviar duas dezenas de oficiais integrados nos contigentes britânico e polaco incumbidos de participar na formação de forças iraquianas.
Quinta-feira da passada semana, Stoltenberg declarou à imprensa que tinha aproveitado o primeiro contacto telefónico com Bush, que quis felicitá-lo pela vitória nas eleições, para lhe comunicar «a Noruega não iria manter militares no Iraque», apesar de desejar continuar «uma cooperação estreita com os Estados Unidos designadamente no domínio da luta contra o terrorismo».
Esta decisão foi considerada «incoerente» por parte do primeiro-ministro cessante, o conservador Kjell Magne Bondevik, que recordou que o Partido Trabalhista esteve de acordo com o seu governo relativamente ao envio do contingente militar norueguês para o Iraque.
Membro da NATO, a Noruega não apoiou a invasão americana em 2003, no entanto, mais tarde decidiu enviar duas dezenas de oficiais integrados nos contigentes britânico e polaco incumbidos de participar na formação de forças iraquianas.
Quinta-feira da passada semana, Stoltenberg declarou à imprensa que tinha aproveitado o primeiro contacto telefónico com Bush, que quis felicitá-lo pela vitória nas eleições, para lhe comunicar «a Noruega não iria manter militares no Iraque», apesar de desejar continuar «uma cooperação estreita com os Estados Unidos designadamente no domínio da luta contra o terrorismo».
Esta decisão foi considerada «incoerente» por parte do primeiro-ministro cessante, o conservador Kjell Magne Bondevik, que recordou que o Partido Trabalhista esteve de acordo com o seu governo relativamente ao envio do contingente militar norueguês para o Iraque.